• Marília Folgoni

Crítica: “A batalha das correntes” e a fluidez de antagonista


O filme “A batalha das correntes”, lançado em dezembro de 2019, narra o marco histórico mundial em que dois grandes cientistas, Thomas Edison (Benedict Cumberbatch) e George Westinghouse (Michael Shannon), literalmente entram em uma batalha entre si para ver qual ideia será a melhor para energia elétrica: Edison com a corrente contínua, e Westinghouse com a alternada.

O filme tem até jeito de filme de guerra, repleto de jump-cuts, informações narrativas realmente rápidas e montagem dinâmica. O protagonista é Thomas Edison, que ganha ainda uma narrativa paralela sobre a relação com sua família: sua grande parceria com a esposa; conturbações com seu filho mais velho etc.

Seu rival, Westinghouse não chega a ser um vilão, e não possui tanta profundidade de personagem. No entanto, Edison se mostra ambíguo eticamente e até cruel para conseguir alcançar seus objetivos quando sua campanha para depreciar Westinghouse se torna o início do uso da cadeira elétrica, e aí se torna seu próprio inimigo. Além da participação de Tesla na trama, que é tratado como piada por Edison e depois se une a Westinghouse.


Em geral, é um filme interessante, mas não mais que isso, há muita história paralela sem necessidade. Senti falta de conteúdo, quando se tem muito drama – no bom e velho estilo estadunidense.


Nota: (2,5/5)

Assista ao trailer:


#ABatalhadasCorrentes #Crítica #DiamondFilms


© 2018 por Todas Geek. 

  • Facebook Todas Geek
  • Instagram Todas Geek